Os transportes, as comunicações e a qualidade de vida da população

Os transportes, as comunicações e a qualidade de vida da população

A modernização e a rápida evolução registada nos setores dos transportes e das comunicações conduziram a profundas alterações económicas, sociais e culturais e modificaram profundamente o modo como o espaço geográfico é apreendido e vivenciado. A articulação e complementaridade entre transportes e telecomunicações permitem, hoje, a partilha da “aldeia global” em que o nosso planeta se transformou e a globalização.

Existe uma nova percepção do espaço-tempo. É um espaço cada vez mais relativo que se apreende e organiza em função de novas variáveis, que conduzem aos conceitos: distâncias-tempo e distância-custo.

O aumento da mobilidade e da difusão de informação tem conduzido ao aparecimento de novos estilos de vida, de novas formas de trabalho e comércio, de novos modelos de organização do espaço. Desta forma reduzem-se assimetrias, diminui o isolamento das regiões mais periféricas e melhora a qualidade de vida da população.

Também em Portugal, os setores dos transportes e das comunicações assumem cada vez maior relevância em vários domínios da sociedade. Além de contribuirem de forma significativa para o aumento do PIB, os seus efeitos multiplicadores noutros sectores da economia. Desta forma contribuem para a modernização das empresas nacionais e para apoiar a fixação de empresas estrangeiras no território nacional. Salienta-se, igualmente, o seu papel na aproximação das áreas mais desenvolvidas com as mais periféricas.

Estes setores, funcionando de forma indissociável e articulada, constituem-se como um suporte fundamental para a promoção de novos fatores de crescimento e para a renovação do modelo de crescimento económico português, assim como para a ligação de Portugal à Europa e ao resto do mundo, permitindo uma integração plena na “aldeia global”.

Nos transportes, a segurança continua a ser um tema que não pode ser esquecido e que deve sempre ser reforçado, tendo em vista as perdas humanas, materais e até ambientais registadas, referindo-se a este propósito que Portugal é o país da União Europeia, a par com a Grécia, com maior sinistralidade rodoviária.

A alteração desta situação deve ser feita através da implementação de campanhas de prevenção e de educação para a prevenção rodoviária e também através de ações de intervenção que tenham em vista melhorar, corrigir ou construir novas infraestruras viárias, adaptadas aos transportes atuais e às novas regras de segurança.

 

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