Atividades económicas a potencializar no espaço marítimo 2

Atividades económicas a potencializar no espaço marítimo:

  • Aquicultura: trata-se de uma atividade, com benefícios para o ambiente, uma vez que pode colaborar na preservação de espécies piscícolas, evitando a sobre-exploração de recursos. Esta atividade em Portugal, tem uma importância reduzida, encontrando-se em expensão, uma vez que exige investimentos inicias bastante elevados. A produção é feita sobretudo em água salgada e salobra. As espécies cultivas são ainda em número reduzido, predominando a dourada e o robalo.
  • A indústria conserveira: A indústria de conservas (em particular, sardinha e atum) foi das atividades mais rendíveis em Portugal. Nas últimas décadas recuamos devido a falta de modernização no sector. O estado tem feito um esforço para renovar e dinamizar as antigas fábricas de conservas, mas os efeitos têm sido diminutos.
  • Extração de algas: O recurso marítimo que perdeu importância em Portugal foram as algas. A apanha de algas, outrora alargamento utilizadas como adubo natural na agricultura, tem vindo a perder importância;
  • A produção de sal: A produção de sal marítimo em 2005 registou um aumento devido principalmente, às condições climáticas favoráveis à sua produção, nomeadamente, muito sol, vento e baixa pluviosidade.
  • Exploração petrolífera;
  • Atividade turística: A costa portuguesa tem inúmeras potencialidades para o turismo, que é um dos principais recursos económicos de Portugal, representando mais de 8% do PIB e ocupando uma importante percentagem da população, quer direta quer indiretamente. Atendendo às condições climáticas e à extensão da linha de costa, o turismo balnear é o mais importante em Portugal, daí a excessiva pressão humana e de construção que esta atividade tem exercido no litoral. É uma atividade que tem potencializado o espaço marítimo e que pode ainda melhorar; no entanto tem causado igualmente graves problemas ambientais;
  • O aproveitamento das energias renováveis: o litoral apresenta grandes potencialidades, nomeadamente na energia das marés, das ondas e na energia eólica.

 

Elevada pressão a que a costa portuguesa está sujeita tem dado origem a desequilíbrios ambientais gravas:

  • A destruição e degradação dos sistemas naturais como as dunas;
  • A artificialização da linha de costa através da construção de pontões;
  • A deterioração e degradação da paisagem com o excesso de construção desordenada.

 

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