Qualificação da mão de obra

Qualificação da mão de obra

 

Em Portugal, em 2004 havia ainda mais de 20 mil pescadores matriculados. Trata-se de uma profissão que passa de geração para geração, mas que nos últimos anos com a crise de setor e com as alterações da sociedade, a profissão deixou de ser atrativa para os jovens. No entanto comparados os valores com os restantes estados-membros da UE Portugal detém valores bastante elevados. O que se relaciona com o facto de a pesca em Portugal ter ainda um caráter muito tradicional e pouco modernizado.

As baixas qualificações dos pescadores constitui também um entrava à modernização deste setor.

Para tentar ultrapassar estas dificuldades, a UE, através da Política Comum de Pescas em Portugal, tem apostado na formação profissional dos pescadores (pescador, marinheiro, contramestre, etc.). a partir da 1986, foram criados, por todo o país, centros de formação do “Forpescas”, apoiados pelo FSE.

Apesar do número de cursos ter aumentado, o número de formandos está a diminuir, por isso, não está relacionado com a falta de cursos, mas sim com outros motivos, como a falta de interesse da população jovem por esta atividade, as condições do trabalho nada aliciantes, a instabilidade do setor, entre outros.

 

 

 

 

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